sábado, 11 de novembro de 2017

FESTIVAL DE CULTURA NA FAEL - IRECÊ/BA

Aconteceu hoje (11/11/2017) a partir das 14:00h na Faculdade FAEL em Irecê/BA, um grande FESTIVAL UNIVERSITÁRIO DE CULTURA, ARTES E PRODUÇÕES CIENTÍFICAS, no qual a convite  da ilustríssima Gilmara Mota tive o privilégio de participar, recitando o cordel intitulado: LUDICIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL.

Gostaria de estender meus parabéns ao professor EDINEI e a JOSANE LINO, uma grande incentivadora da cultura.




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terça-feira, 7 de novembro de 2017

O FILHO QUE CASOU COM A MÃE

No mundo tudo acontece,
Diz o adágio popular,
E a história de Estelito,
Vou agora lhe contar.
Um empresário opulento,
Que ainda sem ser a contento,
Com a mãe teve que casar.
                     1
Aos trinta anos de viúva,
E setenta de idade,
Ao filho, Dona Maria,
Disse com sinceridade,
Tá amando de bom gosto,
Um rapaz muito disposto,
De sua mesma cidade.
                   2
Sem dúvida, Dona Maria,
Tinha bela perfeição,
E era a mulher mais rica,
Na época, da região.
Porém, o “amor-cor-de-rosa”,
De forma bem grandiosa
Lhe acendeu nova paixão.
                  3
Segundo Miguel Viola
Que este caso contava,
Um dia na feira-livre,
A velha Maria andava;
Silvério “abre o coração”
E de joelhos no chão,
O declarou que a amava.
                 4
─Toma jeito meu rapaz,
Olhe para a minha idade,
Tenho mais de setenta anos,
Disse ela na verdade!
E novamente Silvério,
A ela disse bem sério,
─Te amo minha beldade.
                 5
Dona Maria perplexa,
Tão logo disse ao rapaz:
─Como posso acreditar,
Na confissão que me faz;
Quarenta anos são os meus,
A mais do que são os seus,
É melhor deixar-me em paz!
                 6
O rapaz disse: ─ mulher,
Se olhares bem em mim!
Verás que tou todo trêmulo,
Nunca amei ninguém assim!
A grande realidade,
É que o amor não tem idade,
Acredite nisto enfim.
                 7
Notando ali a cautela,
Que tinha Dona Maria,
Desconfiado decerto,
Consigo o moço dizia:
“Esta velha certamente,
É muito esperta evidente
Mas, ela, me paga um dia”.
                 8
Na boca da velha um beijo,
Então pediu Silvério,
Mesmo ele já sabendo,
Não desejar nada sério.
Porque para ele seria,
A forma ali de Maria,
Cair logo no mistério.
                 09
Por já haver interesse,
A velha não rejeitou.
Tão logo abraçou Silvério;
Que sem querer lhe beijou.
E já com menos dureza,
A viúva com certeza,
A Silvério assim falou:
                10
─Rapaz você é mesmo um,
De fato louco, e insistente;
Quem você acha que vai,
Crer neste amor finalmente?
Pra ela ele disse assim: ─
Você crendo amor, em mim,
É o que importa evidente.
                11
Aliás, Dona Maria,
Mesmo ficando animada,
A resposta pro Silvério,
Por quem já sentira amada;
Prometeu dar certamente: ─
Só depois logicamente,
De ser bem analisada.
                  12
O rapaz, disse, meu bem,
Analise com carinho!
Não despreze quem ti ama,
Faça de mim o seu ninho;
Pra te aquecer todo dia,
Não tenha cisma Maria,
É todo teu, meu corpinho.
                  13
Ele sabia que a chance
De pôr à mão na riqueza,
Casado com a Maria,
Mais rica da redondeza.
Era na realidade,
Enfim, a oportunidade,
Das mais lógicas, com certeza.
                  14
Logo depois de três dias,
Maria manda chamar,
O galhardo do Silvério,
Que dizia lhe amar.
E assim que ele chegou,
Na frente dela, chorou,
Para o plano executar.
                 15
Naquele momento ali,
Uma fortíssima emoção,
Da Empresária Maria,
Invadiu o coração.
E com bastante alegria,
A velha disse: ─ sorria,
Já sou tua, seu bobão.
                 16
Com muito mais emoção,
Disse Silvério a Maria: ─
Pra provar se seu amor,
É de fato de valia;
É comigo se casar,
E caso venha topar,
Caso hoje com alegria.
                 17
Porém Maria lhe disse: ─
Vamos com calma, rapaz,
O importante é a gente,
Se amar e viver em paz;
Casamento depois vem;
Deixa de pressa, meu bem,
Você, já me satisfaz.
                18
Pensou ele ainda consigo,
Mas quando mesmo será;
Que esta velha coroca,
Comigo enfim haverá!
De casar-se com certeza;
E mais perto da riqueza,
Eu venha de fato está?
                19
Na luta ele seguiu,
Crendo na premonição,
De enrolar a Maria,
Mais rica da região.
A qual, enfim se casar,
Depois de muito pensar,
Prometeu ao rapagão.
                 20
Muito ele se alegrou,
E a data do casamento,
O que mais o almejava,
Logo marcou a contento.
Mas para contrariar,
Houve sem ele esperar
Outro descontentamento.
                21
Antes de ir para o Fórum,
Como ele enfim queria;
Casar na igreja católica,
Já tinha plano, a Maria,
E mesmo ele sem gostar,
Teve ali que concordar,
E demonstrar alegria.
                22
O casamento decerto,
Que o moço nem sabia,
Pela viúva, agendado,
Estava pro mesmo dia;
Do civil logicamente,
Que era preferivelmente,
Do noivo, que só fingia.
                23
Porém o dia chegou,
E o povo da redondeza,
A convite da viúva,
Foi assistir com certeza.
O tal casório esperado,
Com o plebeu já notado,
Sim, como alguém de grandeza.
                  24
Tão certo o rapaz pensou:
Hoje minha alma alivia;
Assim que nós nos casarmos,
Pra mim o sol irradia;
E assim que a velha morrer;
Como deve acontecer,
Vou viver na maresia.
                  25
O que ele não esperava,
E muito menos queria,
Era que de um filho único,
Era mãe, Dona Maria,
O qual em outra cidade,
Habitava na verdade,
E que tudo já sabia.
                26
Todas as informações,
Do malandro “Safadão”,
Estelito já obtinha,
Na palma de sua mão.
Dia e hora do casório,
Na igreja e no cartório,
Já sabia ele então.
               27
Nesse tempo com certeza,
Telegrama não havia,
Na cidade de Estelito
Nem na de Dona Maria.
Pra mãe não ser enganada,
Às quatro da madrugada,
Partira naquele dia.
               28
No dia do casamento,
A igreja já lotada.
Sem sua mãe perceber,
De forma bem disfarçada,
Estelito ali chegou,
E bem quietinho ficou,
Aguardando a hora chegada.
                29
Depois ali do Vigário,
A Maria perguntar,
Se era do seu bom gosto,
Com o rapaz se casar.
Decerto do mesmo jeito,
Perguntou ele ao sujeito,
Que já estava a vibrar.
                 30
Mas antes dele falar,
Quem falou foi Estelito,
O renovo de Maria,
Empresário de granito.
Dizendo─ seu Padre Zeu,
Com mamãe, casa-se eu,
Neste dia tão bonito.
                31
O Padre bem assustado,
Diante da confissão,
Repreendeu a blasfema,
De modo um tanto durão.
Estelito naquela hora,
Disse: ─ meu Deus e agora,
Qual será a solução?
                 32
Já pelo lado de fora,
Da igreja certamente,
Certo valor já na mão,
Da janela realmente,
Estelito então mostrava,
Ao Padre que já olhava,
Bem disfarçadamente.
               33
Logo assim que Estelito,
Vira que o Padre notou.
Para dentro da igreja,
Novamente ele voltou.
E já estando assentado,
Logo o Padre ameaçado...
Sem demora o interrogou:
                34
─Rapaz repita, de novo,
Pra eu entender melhor,
O que você falou antes,
Pois entendi o pior.
─Estelito ali conheceu,
Que o sol pra ele nasceu,
E louvou ao Pai maior.
               35
Então com confiança,
Disse sem titubear: ─
Padre, com a minha mãe,
Eu quero sim me casar.
E o povo novamente,
Ficaram logicamente,
Sem querer acreditar.
               36
Logo, o Padre respondeu,
Causando maior tensão;
Ao confirmar para todos,
Não haver pecado não!
De o filho se casar
Com a mãe, e celebrar,
O casamento ia então.
                37
Na verdade ele disse,
Ouvir o moço falar;
Que seria com o pai,
Que queria se casar.
E logo ao moço perdão,
Por ter sido tão durão,
Pediu quase a chorar.
               38
Decerto Dona Maria,
Daquilo nada gostou,
Mas devido à ação do filho,
Ela logo ali pensou;
De estar havendo um mistério,
E desgostando Silvério,
Com o filho, se casou.
                  39
Pra mãe, ele revelou,
Tudo ali bem detalhado.
Ela agradeceu ao filho,
O pior ter evitado.
Silvério até hoje chora,
Conforme, Miguel Viola,
Meu saudoso pai amado.
                  40

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CARLOS CAVALCANTE, UM TALENTO COM RAÍZES NORDESTINAS

Eu vou contar pra você
Na rima deste cordel,
A história de um ilustre,
Verdadeiro menestrel.
Que mostra com relevância,
O valor e a importância
De permanecer fiel.
                 1
Ele é Carlos Cavalcante
Homem de delicadeza;
E decerto de um passado,
Bem repleto de incerteza.
Se a pesquisa não falhou,
O que nunca lhe faltou
Foi a natural nobreza.
                 2
Na verdade ele nasceu
Na Favela, em São Bernardo,
Na cidade de São Paulo,
Onde cresceu sem retardo.
Hoje a sua relevância
É de profunda importância;
O tempo virou um fardo.
                 3
Seu Dionísio Cavalcante
De Souza evidentemente,
Com a Valdemira Gomes
Também de Souza, evidente:
Procriaram este rapaz,
Os quais de forma eficaz
Lhe educaram lindamente.
                 4
Da mesma forma educou
Já posso lhe garantir;
Aos demais filhos, os quais
Citarei logo a seguir:
Começo por Fátima e Rita;
E na sequência bendita,
Cito também Valdemir.
                 5
Nessa mesma empolgação
Cito Amélia com certeza;
Lembro Clóvis e Kaká,
E com a mesma firmeza,
Cito Dina certamente,
Que é outra logicamente
Também de muita pureza.
                 6


Com muita honra também
Registro neste cordel,
O nome, Analice Ito,
De Carlos, musa fiel.
É a sua esposa amada
Por todos admirada,
Ela jamais foi cruel.
                 7
A jovial Analice
Da qual falo certamente;
Miss em Bairro Bela Vista;
Foi ela evidentemente.
E Carlos, digo a verdade,
Ao lado desta beldade,
Só pode viver contente!
                 8
Analice no Brasil
Foi nascida com certeza;
Mas decerto ela é de:
Descendência japonesa.
É outra de história linda;
Quiçá, contarei ainda,
Tudo na sua inteireza!
                 9
Em clima ainda também
De narração bem urdida,
Falo nos filhos de Carlos,
De maneira decidida.
Decerto vou registrar
Por Bruna vou começar,
Jovem bastante querida.
                 10
Continuando decerto
Relembro Guilherme, então;
E o jocoso Rafael
Tão digno de citação.
Essa trindade benquista,
Alcançou sempre conquista,
Com bastante perfeição.
                 11
Mas vamos focar em Carlos
Que sempre foi realmente,
Orgulho para os seus pais
De forma surpreendente,
Ele já foi pobretão,
Mas sua reputação,
Sempre esteve consistente.
                 12


Deixo bem claro que os pais, 
Deste Carlos Cavalcante,     
Enfim nos anos cinquenta,    
De forma bem confiante.
Deixaram então a Bahia,
Terra também de valia
E de povo cativante.
                 13
Mas hoje é a vez de Carlos
E seguindo a sua história,
Podemos dizer que ele
É sinônimo de vitória,
Bem como de competência,
Juntamente a persistência;
E ao grande Rei da glória.
                 14
Carlos hoje é divulgado
Já Internacionalmente,  
Como varão de status,
E artista polivalente.
E é importante frisar,
Que sempre soube avançar
Caminhando honestamente.
                 15
Carlos quando fez seis anos
Iniciou certamente;
Devido o seu velho pai
Ter sofrido um acidente,
Com certeza a trabalhar,
Para a família ajudar;
A pesquisa não desmente.
                 16
Além de engraxate foi
Jornaleiro certamente.
Decerto com força e garra,
Dedicou-se realmente.
E é interessante dizer,
Que sempre sonhou crescer
De modo surpreendente.
                 17
Muitos carretos em feiras,
Fez, e vendeu afinal;
Também flores nos semáforos,
E decerto o mais legal;
Sem deixar de estudar,
Muito menos de sonhar
Com seu poder genial.
                 18


Pra você ter uma idéia
Da sua obstinação,
Até livros e revistas
Ele pegou no lixão,
Para poder estudar,
Pois não podia comprar,
Naquela situação.          
                 19
Nem mesmo energia elétrica
Nesse tempo enfim havia,
Na casa dos pais de Carlos,
Só luz de vela existia,
E também de candeeiro,
E o repórter altaneiro,
Na luz deles é que lia. 
                 20
Ainda o mais curioso
É que a batalha renhida,
Não roubou a cortesia;
Deste homem que na vida,
Sempre buscou o saber;
Sem jamais esmorecer
Nos desafios da lida.
                 21
Dentro da perspectiva
Crendo em seu potencial,
Aos seus quatorze anos
Carlos com força total;
E decerto, dinamismo,
A praticar atletismo
Começou, ele afinal.
                 22
O seu maior desafio
Nesse tempo certamente,
Foi enfrentar a magreza
Demasiada e potente.
Por verminoses, gerada,
Pra ele é coisa passada,
Mas sofreu amargamente.
                23
Muitas vezes em seus treinos
Nas suas modalidades,
Carlos veio a desmaiar;
E suas habilidades.
Ver em “jogo” certamente,
Mas, ele sempre valente,
Buscou possibilidades.
                 24


De tão magro que ele era
Ouvia o que não queria;
Muitos dos seus treinadores
Que lhe treinaram algum dia;
Fizeram-lhe afirmação,
Que título de campeão,
Ele nunca alcançaria.
                25
Ouvir isso não foi fácil,
Porém não desistiu não;
Derrotou o pessimismo
E com determinação,
Do Atletismo Nacional
Também Internacional,
Logo fora o campeão.
                 26
Ele venceu as barreiras,
Do preconceito evidente.
Ele foi subestimado,
Porém mostrou realmente
Que quem almeja avançar,
Precisa sempre pensar,
Muito positivamente.
                 27
Do Judô, Carlos detém,
Faixa marrom com amor.
Já disputou maratonas;
E é também mergulhador.
No handebol e Basket,
            Não fez um simples esquete,
Confirmo para o leitor.
                 28

Também, ele é faixa roxa
Bastante gabaritado,
No conhecido Jiu-Jítsu,
Outro esporte divulgado.
O seu caminho, decerto             
É altaneiro por certo,
Deixo tudo registrado.
                 29
Registro também ainda
Que o moço tem formação;
Fez o curso de direito;
Conseguiu diplomação.
Mas isto é só o início;
Não tem nada fictício,
Já lhe digo de antemão.
                 30

Em muitos campeonatos
Representou com fervor,
Fora do nosso país,
O nosso com muito amor.
Conquistou com maestria,
Vários títulos de valia,
Como atleta de valor.
                 31
Sem dúvida um deles foi
O Pentacampeonato,
Adulto, logicamente;
Depois o Tricampeonato
Certamente Americano,
Juvenil, não é engano,
Declaro pra ser exato.
                32
Prova do salto com vara
Com certeza também faz,
Parte do belo currículo
Decerto deste rapaz.
Que já mostrou com certeza,
Que não é mesmo moleza,
Mas respeitado e capaz.
                 33
Em preparação de pautas
De pesquisas e entrevistas,
Execução de matérias
Especiais, já tão vistas.
Nisso tudo, ele atuou,
E em tudo se destacou,
E não parou as conquistas.
                 34
Ele produziu matérias,    
Sem dúvida de elevação,
Decerto em vários países:
Israel, China e Japão;
Malásia, Coréia do Sul,
Vislumbrou com céu azul,
Tailândia, Itália e Sudão.
                 35
Lá nos Estados Unidos
Esse moço irreverente,
Da família Cavalcante             
Que é o Carlos certamente.      
Com certeza ali passou;
E decerto já brilhou,
Declaro elegantemente.
                 36

Singapura, Bali e Bélgica,
México, Colômbia e Turquia.
França, Holanda e Jordânia,
Países que têm valia.
Carlos também já passou,    
E certamente gravou
Ricas matérias, um dia.
                 37
E com o mesmo perfil,
Matérias, Carlos gravou:
Lá na Alemanha e Suíça,      
E como ele me contou.
Também na Arábia Saudita,
Na Argélia, tão bonita,
Em Marrocos caminhou.
                 38
Sem dúvida Carlos, também,
Já foi honrado afinal,
Certamente com o (Prêmio
Destaque Profissional),
Do Governo do Estado,
De são Paulo, tão lembrado,
De modo fenomenal.
                 39
Ganhou Troféu Charles Chaplin,
Também prêmio importante;
E sem dúvida de destaque;
E digo aqui nesse instante,
Todos, por mérito venceu,
Por isto confirmo, eu,
Sua história é cativante.
                 40
Fez trabalho no Japão
Deste modo intitulado:
(O filme O Príncipe da Ásia)
O qual já tá explicado,   
Geriu e participou,                 
E também se destacou,           
Deixo tudo divulgado.
                 41
(Troféu Comunicação
E Destaque), certamente,
Carlos sete vezes foi,
Coroado prontamente.          
Crendo em seus bons ideais,
Ele aumentou por demais,
Seu nome esplendidamente.
                 42
Teve o prêmio, (MBA e   
Negócios Internacionais)
Onde também foi destaque,
E já está nos anais.
E com bastante alegria,
Como o meu pai já dizia:             
“Tem história que é demais.”    
                 43
(Atleta Olímpico) foi outro,
Prêmio que ele laureou,
Depois Coronel Maurício
Cardoso, lhe entregou,
Digo: O (Troféu) certamente,             
Registro elegantemente,                           
E a história não acabou.
                 44
Já na TV Bandeirantes
Foi repórter sem igual,
De oitenta e dois a noventa;
E com seu potencial,
Mostrou com toda certeza,
Que ele nunca foi moleza,
Mas de fato é genial.
                 45
De dois mil e sete a
Dois mil e oito decerto,
Sem dúvida na Bandeirantes,        
Este moço foi por certo,               
Repórter executivo,
E de modo criativo,
Sempre se mostrou esperto.
                 46
Após o ano noventa,
A noventa e sete enfim,
Trabalhou no SBT,
Quem acompanhou viu sim.
Seu grande potencial,
Repórter especial,
Carlos foi até o fim.
                 47
Fez trabalho de repórter
No SBT, evidente,
Isso em dois mil e dez           
Confirmo aqui firmemente.
Enfim, Carlos Cavalcante,
Sempre foi mesmo brilhante,
Corajoso e diligente.
                 48
Na guerra de Iugoslávia
Como bom correspondente,
Foi repórter de destaque
Do SBT novamente.
Era mil e novecentos
E noventa e um, bem lentos,
Os meses naturalmente.
                 49
No grupo do locutor,
Com certeza, desportivo,
O Luciano do Valle,
Por ser Carlos combativo,      
Pôde trabalhar também,
E ver partir para além,
Luciano descritivo.
                 50
No programa (Aqui Agora)
Bem juntinho certamente,
Do senhor Hermano Henning
E Datena realmente;
Carlos também trabalhou,
E é claro que demonstrou,
Seu talento tão presente.
                 51
No famoso (Aqui Agora)  
Carlos Trabalhou também,
Bem pertinho de Gil Gomes,
Dizer aqui me convém.
Jornalista genial,
Repórter Policial,
Que citá-lo me faz bem.          
                 52
Também com Albino Castro,
Outro ser bastante esperto
Que também é referência,
E magnífico decerto.        
Carlos teve a honra, sim,
De trabalhar sem pantim
Por um bom tempo por certo.
                 53
Na lista destes heróis,
Com quem Carlos trabalhou.
Tem também Wagner Montes,
Que decerto já mostrou:
Que é outro certamente,
Apresentador decente,
Conforme já demonstrou.
                 54
Também outro nome forte
Que cito neste momento,
Jacinto Figueira Júnior,
Com quem Carlos a contento,
Certamente trabalhou,          
Jacinto a Terra deixou
Gerando muito lamento.
                 55
Em clima de elevação
Quero também registrar,
Que com o nobre Sílvio Santos,
O qual nasceu pra brilhar,
Nosso Carlos Cavalcante
De forma muito brilhante,
Pôde também trabalhar.
                 56
Seguindo na descrição        
Outro também de nobreza
Com quem Carlos trabalhou
Foi o Gugu com certeza.
O qual de forma excelente,
Já socorreu muita gente,
Diminuindo a pobreza.
                 57
Carlos também escreveu
Decerto para a revista,
(Voltada à comunidade
Japonesa)  que é bem vista .
Olhei nas anotações, 
Revistas, publicações,        
(Editora Abril), na lista.
                 58
Também já foi sócio numa
Produtora pioneira,            
Que informes jornalísticos,
Produzia de primeira.
Ou seja, com qualidade
Enfim, pra comunidade      
Digo: Nipo-brasileira.
.                 59
Do filme (Álbum de Família),
Este prócer de ação:      
Na verdade também foi
Diretor de produção.
Fizeram filme gravado
Por ter sido ele afamado,
Em cidades de ascensão.
                 60
Com desmedida alegria
Para o amigo leitor,
Os nomes de algumas delas,
Vou registrar com amor:
Hamamatshu, e Nagoya,
Também Tóquio que é jóia;
Cada uma com valor
                 61
Do ano noventa e sete,
A dois mil e sete, então,
Decerto também da Rede
Record de televisão,
Carlos naquela passagem
Apresentou reportagem,
Demonstrando aptidão.
                 62
No ano de dois mil e sete,
Este amigo de valor,
Pelo seu merecimento,
Decerto foi professor,
De jornalismo da (UNIP),
Este moço é mesmo vip,
Digo sem nenhum temor.
                 63
Eu vou registrar aqui
Também com admiração,
Alguns nomes importantes,
Que a Carlos, de coração,
A mão com toda certeza,
Estenderam com nobreza
E muita satisfação.
                 64
E começo já citando
De forma bem verdadeira,      
O bom: Roberto Cabrini,             
E ainda Osmar de Oliveira.
E também Fernando Mitre,
Outro jornalista vitre,
Que também é de primeira.
                 65
Relembro Silvia Jafett,
Mulher de capacidade
Foi Diretora da Band,
Agiu com propriedade,
A quem faço reverência
Pela sua competência;
E valorosa humildade.
                 66
E nesse histórico de Carlos,
A gente pode notar,
Que ele desde a infância,
Aprendeu a procurar,             
A luz do conhecimento,
Razão do seu crescimento;
E de tanto hoje brilhar.
                 67
E é importante dizer,
Mesmo ele tendo alcançado,
Decerto sucesso e fama,
Conforme se tem notado.
Ele não foi egoísta,
Sempre de forma otimista,
A muitos têm ajudado.
                 68
Hoje de uma (Assessoria,
De Imprensa), Carlos é.
Com certeza dirigente,
Você pode botar fé;
Que tem sido abençoado,
O lugar que esse afamado
Tem colocado seu pé.
               69
Mas ele é ainda enfim
Também, vice-presidente
Sim de comunicação
Da grande API potente,
Assessoria de Imprensa,
E com a sua licença,
Nós vamos seguindo em frente.
                 70

É consultor de Negócios,
Também Internacionais,
Da GFP estrangeira,         
A sigla dos patronais,         
Com certeza é: (Godoy Filho
Participações) — que brilho:
Dizem todos racionais.          
                  71
Ele é também militante
Da grande instituição,
Jornalistas sem Fronteiras;
E é claro sem ficção;
Posso ao leitor afirmar,
Carlos nasceu pra brilhar
Digo, em qualquer profissão.
                 72

Ele é assessor de (Imprensa,
Enfim, da Comunidade),    
Com certeza Coreana,              
Que é destaque, na verdade,   
Mas isto enfim acontece,
Por que Carlos bem merece,
Por sua capacidade.
                 73
E da Prefeitura de     
São Paulo é (Coordenador).
Com este mesmo perfil,
Foi decerto (Professor
De Educação física) e, bom, 
Para ensinar tem o dom
De notável educador.
                 74
Isto, de mil oitocentos,
E oitenta e quatro decerto         
Indo até mil oitocentos,
E oitenta e sete por certo.                       
Mas vamos seguir em frente,
Mostrando a vida decente
Deste mestre bem desperto.
                75
O que me chama atenção
É sua grande humildade.
Com toda esta relevância,
Demonstra simplicidade,
Colega muito presente;
E nem todos realmente,
Sabem ter sobriedade.
                 76
Lá nos Estados Unidos,
Também Angola e Japão.
E na Itália, decerto,
Carlos residiu então,
Lá, mostrou o seu talento,
Tomou chuva, sol e vento
De acordo com a estação.
                77
Nessa bela trajetória
Carlos chegou a morar,
Em nações desenvolvidas,
As quais vou aqui listar:
Começo por Portugal,
Onde o cordel afinal,
Pôde um dia começar.
               78


Também deixo claro que,
Na Revista Plenitude
Seu nome foi registrado,
Por ter bastante virtude.
Por Eliana Garcia,     
Carlos sempre a elogia
Pela bonita atitude.
              79
Decerto também na Rede,
Record de Televisão
Ao ver dois mil e quatorze,
Fez nova contratação,
Carlos assinou o ensaio
Dia vinte e três de maio,
Sem qualquer ostentação.
                 80
A sua apresentação,
Foi no Programa da Tarde,
Claro, em linha com o Celso  
Russomanno na verdade,
Outro mestre valoroso,
Que se tornou tão famoso,
Virando celebridade.
              81
E também com a Ana Hickmann,
Outra valente guerreira;
Britto Júnior e Ticiane;
Já descritos na fileira.
Digo, o (Programa da Tarde),
Tem mostrado sem alarde,
Sua brilhante carreira.
                 82
Aliás, parabenizo,
E agradeço de verdade
Decerto a Rede Record
Pela sua qualidade:
Ajuda ao consumidor;
Em casa o trabalhador,
Olha o Programa da Tarde.
               83
E assim vou concluir,
A narrativa vibrante.
Desse homem de respeito,
Que é Carlos Cavalcante.
Um guerreiro destemido,
E exemplo a ser seguido,
A qualquer hora e instante.

                 84

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terça-feira, 10 de outubro de 2017

ENTREVISTA A RÁDIO CENTRAL FM 104,9

Na oportunidade o Poeta Pedro Viola agradeceu a todos que prestigiaram o evento realizado no dia 06/10/2017, bem como ressaltou a importância da valorização cultural reconhecida pelo próprio personagem principal de um dos cordéis, a saber, o repórter Carlos Cavalcante da Rede Record de Televisão.

Locutor Chico Santos e o Poeta Pedro Viola

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LANÇAMENTO DOS CORDÉIS: ATLETAS VETERANOS, CRAQUES E PENAS DE PAU DO MUNICÍPIO DE CENTRAL E O DE CARLOS CAVALCANTE (UM TALENTO COM RAÍZES NORDESTINAS)

Ocorreu no dia 06/10/2017 a partir das 08h30min no auditório da Rádio Comunitária Central FM, em Central – Bahia, o lançamento de mais dois cordéis: CARLOS CAVALCANTE (um talento com raízes nordestinas) e ATLETAS VETERANOS, CRAQUES E PERNAS DE PAU DO MUNICÍPIO DE CENTRAL de autoria do Poeta Cordelista Pedro Viola. Marcaram presença: Uilson Monteiro da Silva (Prefeito de Central), que dirigiu o evento, Jorgina Guedes Neta (Vice-Prefeita), Dulce Filha (primeira dama), o Secretariado do Prefeito, Vereadores, José Carlos Dourado das Virgens - Ex-Prefeito e Ex-Deputado de Irecê – Bahia, o Delegado de Polícia Michael Alves, Diretores de Escolas, Professores, Representantes de Associações Filantrópicas, Pastores de várias Igrejas, Diretores do Sindicato dos Trabalhadores de Central, Vandete Mendes da Silva (Escritor), João de Dira (Cantor e compositor), Juraci (Cantor e Compositor), Paulo Brito Maciel, vulgo Paulo de Dôca (Escritor e Cordelista), José Carlos do Mandacaru, Deraldo da Lua, Aparecida Freitas (Cordelistas), enfim, o público em geral. O auditório ficou repleto de pessoas que foram abrilhantar o evento e comprar as obras, valorizando, assim, o Poeta Pedro Viola e sua arte (a literatura de cordel em nosso meio).
Usaram o verbo: o próprio Prefeito, Jorgina (Vice), Pedro Viola, Valdir Belardino (Presidente da Câmara de Vereadores), José Carlos Dourado das Virgens e Enoque Viola (filho do Poeta acima citado). Extrovertido e eufórico, Pedro Viola agradeceu a todos os presentes. Finalmente, houve a sessão de autógrafos, fotos e um coquetel servido aos convidados.


Matéria: Vandete Mendes

Da direita para esquerda: Uilson Monteiro (Prefeito Municipal de Central/BA), Valdir Belarmino (Presidente do Legislativo), Pedro Viola (Poeta), Jorgina Guedes (Vice-Prefeita) e Zé das Virgens (Ex-deputado Estadual e Ex-prefeito de Irecê/BA).

Público do Evento

Fila para autógrafos.

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quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Repórter Carlos Cavalcante convocando a população centralense para prestigiar o lançamento dos cordéis do Poeta Pedro Viola.


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sábado, 30 de setembro de 2017

AUTOR PEDRO VIOLA LANÇA LIVRO CORDELISTAS CONTEMPORÂNEOS - 2017 EM CENTRAL / BA

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terça-feira, 20 de junho de 2017

POESIA NA ESCOLA

Professora Marluce, Poeta Pedro Viola e Alunos
A convite da professora Marluce, estive presente na Colégio Estadual José de Souza Machado, na manhã deste dia, por volta das 07h50min. Na oportunidade, li um trecho do cordel de da minha autoria, intitulado: “A Saga do Politiqueiro e a Peleja de Miguel Viola com Chico Leite”. E de forma reduzida, fiz uma explanação sobre o decálogo de metrificação.
Foi muito gratificante para mim poder ver a atenção e participação de alguns alunos que demonstraram ter muito interesse em desenvolver a arte da poesia.
Também fiquei muito satisfeito pela visão e, sobretudo apoio cultural que o Colégio Estadual José de Souza Machado tem dado a cultura... local, inclusive valorizando os artistas da terra.

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quinta-feira, 15 de junho de 2017

COMUNICADO - LIVRO ATLETAS VETERANOS DE CENTRAL / BA

Caros munícipes centralenses, estou fazendo uma releitura no cordel intitulado: (Atletas Veteranos de Central), com nova versão, inclusive o novo título poderá ser: “Atletas Veteranos de Central, Craques e pernas de Paus”; porém está aberto, à sugestões.
Através de pesquisa, já inserir mais de 550 nomes , alguns dos colaboradores são: Ribeiro Viola, Nemésio, Doutor Raimir, Doutor Ariston Carlos, Valdenísio de Mano, Enilton de Maro, Ednaldo Xavier e Frank de Berto. Os mesmos terão seus nomes inseridos na página de colaboradores.
         Estarei enviando abaixo os nomes lembrados até o momento, bem como três estrofes para sua avaliação do cordel. Se você souber, de outros nomes acima de 45 anos, que jogaram ou que jogam, querendo é só nos enviar, até o dia 20 do corrente mês, para que possamos engrandecer ainda mais o nosso cordel, e o seu nome será inserido também, na página de colaboradores. O meu número é: 074 9.9808-3369, o mesmo do WhatsApp.
Quem tiver interesse de ajudar na publicação do cordel, que por certo será um sucesso, é só entrar em contato conosco. Você nos ajudando com (20) reais, o seu nome individual ou de pessoa física, será inserido na página dos patrocinadores e, acima de (30) reais, o nome do seu estabelecimento comercial.
Vale também dizer que, no dia do lançamento da obra, conforme já estamos programando com as devidas representatividades e meio de comunicação, todos serão convidados especiais.

OS PATROCINADORES DA PRIMEIRA EDIÇÃO PERMANECERÃO, OS QUAIS FORAM:

ORGANIZAÇÃO LIMA – PRAÇA DA MATRIZ Nº 32
AUTOPEÇAS LIMA – PRAÇA DA MATRIZ Nº 38
AROLDO - (PROFESSOR)
SEDRO ATACADISTA AV. CENTRAL
SUPERMERCADO NUNES – PRAÇA DO MERCADO
FARMÁCIA POPULAR - PRAÇA DO COMÉRCIO, 78 – CENTRO
TELEFAX: (74) 3655-1160 CENTRAL – BAHIA
FARMÁCIA VITÓRIA - SUA SAÚDE EM PRIMEIRO LUGAR
TELEFONE: (74) 3655-1001
CASA SOUZA – RUA TIRADENTES, Nº 05
BAR E LANCHONETE SANTANA – PRAÇA JOSÉ DE CASTRO DOURADO, 222
CICLISTA LIMA – RUA ELÍSIO PEREIRA SOUZA, 51
CICLOMOTOS – ZÉ MARCOS
DMD BRINQUEDOS – RUA ELÍSIO PEREIRA SOUZA, 60
DUAS RODAS – PEÇAS PARA BICICLETAS E MOTOS
RUA ELÍSIO PEREIRA DE SOUZA – Nº 13 – CENTRAL-BA
SINDICATO DOS TRABALHADORES RURAIS - “TRABALHANDO NA CONSCIENTIZAÇÃO DOS TRABALHADORES RURAIS” - TRAVESSA JOÃO DURVAL CARNEIRO Nº 69 – TELEFONE: 3655-1403
LÉO SANTANA
VIDRAÇARIA ALENCAR
ALENCAR MÓVEIS

CLIQUE NA FOTO PARA AUMENTAR  A RESOLUÇÃO
Um deles foi Renatinho,
O baixinho genial;
Homem da camisa oito,
No time Nacional;
Pra muitos, considerado,
Maior craque de Central.
              4
Leléu, Justo da Vereda,
Também quero destacar.
Ismênio e Chico de Alzira,
Zouro era bom pra “lascar”.
Aliás, Milton de Ieda,
Foi craque de “empencar”.
              6
Tem ainda o Melquíades,
Que também se destacou;
Não esquecendo que Liro,
Só emoção nos causou.
Aliás, Osmar Soldado,
Só saudade nos deixou.

              10

Abi de Bastião
Absolon ex-vereador
Adaildes
Adailton de Ana de Cazuza
Adalberto Carvalho
Adalto de Zé Pelado
Adalton de Zuzão
Adão Duarte
Alberto do Mandacaru
Agamenon da Gameleira
Agamenon da Laurita
Ailton de Mucinho
Ailton de Zé de Feli
Ailton do Pró Saúde
Alberto Mandacaru
Alcione de Zé de Feli
Aleixo Alencar
Alfredo da Palmeira
Almir Maciel
Amauri do Mandacaru
André
Anjo Carvalho
Antonio Carlos de Antonia de Candô
Antônio de Arcenio
Antonio de Azinha
Antonio Martins da Silva
Antonio Pedro de Pedro Nobre
Ariston do Conjunto
Arnaldo do Serra Queixo
Aroldo do Sindicato
Artuzinho
Assis de Osvaldo
Baixinho de Osvaldo
Baninho de Claudio
Bastião de Chico Penteado
Benjamim de Altinoadalto de Genelisio
Benjamim de Nirinha
 Berto de Agenor
Berto de Alberto
Betinho de Sinhorzinho
Bira das Trairas
Boca Murcha
Branco de Zé do Peba
Branquinho de Quinquinha
Buca
Buga de Lenivaldo
Buiu
Buru da Palmeiras
Buté
Cachorrinho de Lenimar
Calabar de Lió
Caneco de Denda
Capa Rato
Careca de Caidim
Careca de Clovis
Carlão
Carlão de Zé do Peba
Carlinhos de Jomero
Carlinhos de Zé de Chico
Carlos de Almerinda
Carlos do Mandacaru
Carlos de Anibal
Carlos de carlito
Carlos de João Cabaça
Carlos pai de Cleriston
Chicão da Encanação
Chico de Alzira
Chico de Antonia de Candô
CHICO DE Cota
Chico de Gracilina
Chico de Julio
Chico de Lauro
Chico de Miguel Viola
Chico Lima
Chicote de Jovelino
Chinha de Egidio
Chinha de Getulio
Chinha de Lula
Chumbinho
Cícero
Cocá de Nêgo
Condô de Ana
condô de Luciene
Corró de Sabino
Coscode de Lauro
Costa de Lozinha
Dainha Siforosa
Dalvenisso de Elza
Dalvo
Danda de Evilásio
Davi Amaral
Davi de Aldiço
Davi do Serra Queixo
Dazinho de Licinha
Dazinho do Roçadinho
Dedé de Chico Penteado
Dedê de Edgar
Dedê irmão de Zé Neto
Delucho
Demir Morães
Deraldo de Mané da Dorna
Déu de Lió
Didi de Zé de Cazuza
Dílson Borges
Dilto de Nito
Dilton de Nêgo
Dilton de Nirinha
Dimas
Dimas da Gameleira
Dinho de Deosdete
Dinho de Joaquim
Dinho de Tiburcio
Djalma de Cida
Dodô de Lidio
Doía de Lula
Dola de Cantidio
Domingo de Lió
Domingo do Posto
Domingos do Roçadinho
Douglas
Doutor Ariston Carlos
Doutor Raimir
Du
Duão do Roçadinho
Dudé de Antide
Dunga de Zé Cbelo Bom
Edésio
Edgar ou seu Diga
Edillio
Edilson
 Edimar de Hilda
Edmilson
Edmilson de Edgar
Edmilson de Lidia
Edmo de Traíras
Ednaldo de Nova vista
Edvaldo de João Dudim
Eelio da Larguinha
Elivaldo ex-vereador
Elso de Lozinha
Élson da Rua do Cemitério
Enilson Eduardo Ribeiro
Epitácio
Ericson de Deosdete
Erisvaldo
Erito Machado
Ermenito ex-vereador
Eronildes da palmeiras
Etevaldo
Euvaldo Lima
Euvldo irmão de Nivaldo
Euzinho de Orlandina
Everaldo da Larguinha
Everaldo de Domingão
Everaldo de Mané da Dorna
Everaldo de Nova Vista
Fadim de Nondas
Felinto de Miro viola
Fernando de Alzira
Fiim de Maizinha
Filu da Vereda
Firmino do Quebra Dedo
Flávio de Nova Vista
Flávio Soldado
Flor irmão de Zé Passarinho
Francisco de Otavio
Fueca
Fulo Viola
Gabriel
Gago da Barauna
Galego de Maro
Galego de Valdir Pedreiro
Galo de Bota
Gatão da Palmeiras
Gelvá de Souza Ribeiro
Geni
Geová de Quinquinha
Gessé do Roçadinho
Getulio de Cantidio
Gilberto de Felisberto
REGE
Gildasio -
Gildo de Roçadinho
Gilmar irmão de Zé Passarinho
Gilmário de Lula
Gilson (Nego seu)
Gilson de Pedro nobre
Gilson irmão de Zé Passarinho
Gilvan de Agenor
Gilvan de Ermita
Gilvan de Nena
Gilvan de Osvaldo
Gordo
Gracias de Chico PPenteado
Gurdurinha
Guri de Marinha
Guri de Nininha
Guzinho de Lidia
Hernandes Machado
Homim de Almirinho
Humberto de Epitácio
Iradir de Maro
iro de Egidio
Isac do Paudarco
Isaias de Lene
Isaias do Paudarco
Ismael do Paudarco
Ismar de Cantdio
Ismar de Denda
Israel do Paudarco
Jacinto Pressequino
Jailson de Dé da Vereda
Jailson de Nito
Jailson Xavier de Souza
Jaime de Dé da Vereda
Jairo de Nova Vista
Janilinho
Jazon da Gameleira
Jetro de Lauro
Jipão do Roçadinho
Joan Reis Ferreira
João
João Antonio de Joazinho de Tonho
João da Prof. Terezinha
João de Agenor
João de Alberto
João de Antonio Cigano
João de Berlin
João de Dé da Vereda
João de Dira
João de Dona Alice
João de gaci
João de Miguel Viola
João do Maxixe
João Ernesto de Sinhorzinho
João Gonçalves
João irmão de Lene do Mercado
João Neto de Zé Baixinho
João Preto
João Ribeiro ex-vereador
Joaquim da Larguinha
Joazinho da Barauna
Joazinho de Amalia
Joazinho de Marcelino
Jobim de Jovelino
Jocindo de Benone
Joel de Arcenio
Joelson ex-vereador
Jomero
Jonshon de Messia
Jorge Dias
Jorjão de Vital
Jovelino Escrivão
Juraci do Maxixe
Justo da Vereda
Juvenal
Keu de Arcenio
Keu de Cantidio
Largarteiro de Laura
Laurito
Lauro Amaral
Lauro pai de Odair
Leléu de Máximo
Lenilson
Lenilton da Gameleira
Leno
Léo Santana
Líbano de tiburcio
Lidiano
Lili da Larguinha
Liomar de Lió
Liomar do Caldeirãozinho
Liquim
Liro
Lon de Reinilda
Loreno
Louro de Miguel Viola
Louro Guedes
Lucio da Gameleira
Luiz da Larguinha
Luiz de Osvaldo
Luoro de Valdemar
Macedo de Denda
Mané mincha
Manelão
Mani de anfilofio
Mani de Flávio
Mano de Valu
Manu
Marcelo irmão de Lene do Mercado
Marcilon de Anfilofio
Marcio de Neura
Marcos de Benone
Marinaldo
Marizan do Roçadinho
Marlene de Mateus
Mauricinho
Mazinho da Vereda
Mazinho de Felisberto
Mazinho pai de Marcone
Melado de Lula
Melquiades da Palmeiras
Mendonça de Mané da Dorna
Meneca
Menegido de Egidio
Mijola ou Moacir
Militão de Arnaldo
Militão de Madureira
Miltinho de Sinhorzinho
Miltinho do Paudarco
Milton de Catulino
Milton de Iêda
Milton Eduardo Ribeiro
Minca
Mininim de Bibiano
Mininim ou Mananão
Mirô de Valdemar
Moacir de Zé de Feli
Monteiro
Naca de nova Vista
Natal da Barauna
Natalício de Nova Vista
Negão de Aldiço
Negão de Nova Vista
Nêgo de Arcênio
Nêgo de Sabino
Nêgo de seu Né
Nêgo Gaucho
Nêgo Ló
Nêgo Poca
Neguinho de Alberto
Neguinho de Elza
Nei de Joaquim
Nei de Sifinha
Nelson de Aprigio
Nenen de Antonia de Cndô
Nenen de Sabino
Neneto irmõ de Lene do Mercad
Nenzâo de Boréis
Nésio de Nova Vista
Neto de Caindim
Néu de Almirinho
Newton de Almerinda
Nilção da Vereda
Nilo
Nilson de Dona Alice
Nilton de Edite
Ninho de Edézio
Nininho do Soen
Nito de Nova Vista
Nô de Camila
Nô de Carlos da Larguinha
Nobelino da Palmeiras
Nobelino do Paudarco
Noelio
Noelito de Lucrecia
Noelson de Valdemar
Odair de Lauro
Odécio de Nêgo
Odilon de Messias
Oélio do Maxixe
Olimpio de Senhor Grande
Onilton de Evilásio
Orlando de Catulino
Orlando de Lenimar
Orlando Guedes
Orleide de Nova Vista
Osmar Batista
Osmar Soldado
Osmar Xavier
Osvaldo de Nova Vista
Osvaldo Xavier
Palitoó de Egidio
Pastor Rivelino
Paulo de Solon
Paulo Martins
Peba de Benone
Pebinha de Ana de Cazuza
Pedrinho
Pedro de Gracilina
Pedro de Sato
Perigo da Barauna
Perninha de Lió
Pimbo de Zé Cordeiro
Pio de Borés
Pio de Quinquinha
Pirão de Quinquinha
Pitica de Isaura
Preto  de Edite
Preto de Jovelino
Preto Velho
Pupu
Quin de Chico Penteado
Quinca de Ciro
 Quinquinha
Raimundo de Edite
Raimundo de Elizete
Raimundo Gonçalves
Raimundo Oliveira
Rege
Reinaldinho de Nailô
Reinaldo de Adelino
Reinan Viola
Reinildo de Miguel viola
Reinilson de Epitacio
Reinivaldo do Roçadinho
Renatinho de quinquinha
Renato de João de Ermano
Ribeiro Viola
Rione Oliveira
Pastor Rivelino
Robério de Pedro Sato
Robério de Virgínia
Robério de Zé Baixinho
Robertinho de Rosalvo
Roberto de Nova Vista
Rocha de Zé de Cazuza
Ronaldo de Neura
Ronaldo de Nova Vista
Rosalvo da Gameleira
Rubem de Osvaldo
Samuel de Edvaldo
Samuel de Evilásio
Samuel Mazinho
Sapatão
Sargento Marisvaldo
Saza de Antide
Sebo de Lula
Sebo irmão Buca
Severo de Lino
Sidnei da Larguinha
Silas de Evilásio
Silvano do Mandacaru
Sinho de Valdemar
Tadeu
Tatá
Têco de Nova Vista
Teixeira Lucrecia
Tena de Deosdete-47
Tetéu de Zé de Cazuza
Thompon de Deosdete
Tietre
Tifran
Tim da Queimada
Tim de Agenor
TIM de Chico
Tim de Ulisses
Tinoco de Antide
Tionilho Bento Machado
Toinho de dona Rita
Tonhão de Ariadne
Tonho de Lino
Tonho de Maria de Chico
Tonho de Maro
Tonho de solon
Tonho Zueira
Tonivaldo de Jesus
Torninho de Bastião
Truchila
Tubiquim de Valdemar
Ubiraci de Epitacio
Ulisses do Boi
Umberto do Maxixe
Val de Moiséis
Valcir de Nilzinha
Valdecir da Vereda
Valdelicio de Daniel
Valdenisio de Mano
Valdir da Vereda
Valdir de NIlzinho
Valdir irmão de Valdecir
Valdir do Mandacaru
Valdo de Arnaldo
Valerio de Luiz
Valmir da Gameleira
Valmir da Vereda
Valmizim de ouro
Valnei de Traíras
Vanderlino da Rua da Paz
Vandu de Hilda
Vanga de Felisberto
Vaniel Mandacaru
Vanjo de Nondas
Vavá de Tica
Vavá de Zé Baixinho
Vavazim
Véi de Sabino
Veio de Badomé
Vena de Maria de Chico
Vi de Joaquim
Viau da Vereda
Vicente Goleiro dos Santos
Vilmario de Lula
Vilson de Mano
Virgulino
Vital Gonçalves
Wanderon da palmeiras
Wdvan de Bastião
Willian de Messias
Wilson de Quinquinha
Wilson irmão de Zé Neto
Wilton de Hidrolândia
Zanone
Zaqueu Amaral
Zé Alberto
Zé Andu
Zé Baixinho Caldeirãozinho
Zé Carlos Milho Verde
Zé da Vereda
Zé de Almirinho
Zé de Antonio Cigano
Zé de Bezinha
Zé de Carlos da Larguinha
Zé de Cazuza
Zé de Chico
Zé de Feli
Zé de Helena Minrés
Zé de Luiz
Zé de Lula
Zé de Nana
Zé de Nita
Zé de Pedrão
Zé de Pedro Nobre
Zé de Sabino
Zé de Tonho
Zé Galinha
Zé Geraldo
Zé Geraldo da Larguinha
Zé Marcos
Zé Milton de Nondas
Zé Milton Zé de Dira
Zé Miranda
Zé Neto de Elizete
Zé Neto de Irene
Zé Orlando
Zé Passarinho
Zé Porrola
Zé Ricardo
Zé Roseno
Zé Santana
Zé Valdo
Zé Valto Paudarco
Zé Verdinha
Zequinha Bode
Zequinha da larguinha
Zezão de Edite
Zezinho de Alberto
Zezinho de Bela
Zezinho de Tonho Bodete
Zezito
Zinho de Lió

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